⚫️⬇️ [E-BOOK] SUICÍDIO: TUDO o Que Você Deveria Saber Sobre Suicídio e Um Pouco Mais, Está Aqui! – Suicídio Parte 02

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Você sabia que no mundo existem mais mortes por suicídio do que as registradas em guerras, homicídios e desastres naturais somados?!

Se a sua resposta foi “não”, então tem muita coisa que você nem imagina… Se foi “sim”, é outro motivo para continuar lendo e ver até onde o seu conhecimento sobre o suicídio está atualizado.

Porque até eu que sou estudante de psicologia, descobri bastante informações relevantes nesses últimos meses enquanto foquei meus estudos neste campo, visando produzir o e-book gratuito (que estou lançando agora) SUICÍDIO: Entenda TUDO o Que Você Deveria Saber e Um Pouco Mais.

E-book Suicídio: Tudo o Que Você Deveria Saber e Um Pouco Mais
E-book Suicídio: Entenda Tudo o Que Você Deveria Saber e Um Pouco Mais

 

Esse artigo é um pequeno recorte do que exponho em pouco mais de 100 páginas desse livro. Para não perder tempo e baixar agora mesmo, clique no botão bonito abaixo.

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Gostaria de lembrar que no artigo anterior eu já falei sobre os maiores mitos relacionados ao suicídio, que também estão no livro.

 

#0. Introdução ao suicídio – A parte que menos interessa, porém importante

A palavra suicídio foi criada em 1737 por Desfontaines. Com origem no latim – sui (si mesmo) e caederes (ação de matar) –, ela aponta para a necessidade de buscar a morte como um refúgio para o sofrimento que se torna insuportável.

O suicídio é um assunto bastante controverso, a começar pelo ato em si, pois o indivíduo se torna autor de um assassinato, sendo que a vítima e agressor são a mesma pessoa. Além disso, convenhamos que também é um tema pouco (ou praticamente nada) discutido em nossas esferas sociais, fato esse que abre ainda mais margem para distorções a respeito, o que acaba contribuindo de forma significativa para o aumento das estatísticas.

Você sabia que o índice de suicídios no Brasil vem crescendo consideravelmente nas últimas décadas? E eles trazem como principais praticantes os nossos jovens (mostrarei aqui no artigo alguns os dados alarmantes detalhadamente na Parte 02 – Os Números Vão Te Impressionar).

Vivemos rodeados por uma multidão de pessoas diversas, porém, quase nunca (ou nunca) sabemos se alguém já pensou, pensa e ou tem alguma propensão ligada ao suicídio.De uma hora para outra podemos ser pegos de surpresa e saber como proceder quando preciso pode ser o ponto crucial na escolha pela permanência da vida de alguém

Você por exemplo… Pode ter neste exato momento uma pessoa que ama, algum(a) colega ou apenas conhecido pensando ou já tentado o ato sem que você saiba, mesmo que aparente estar tudo bem com ela, pode ser que a mesma esteja relutando muito consigo mesma buscando esconder um fosso de sofrimentos/arrependimentos que não parece ter fim para ela. Talvez você até seja essa pessoa.

Ainda há muitos tabus e questões que pouquíssimos sabem sobre este assunto, que é um dos mais sérios que podemos tratar. Afinal, diz respeito a prevalência do bem mais precioso que possuímos: a vida.

Faz-se necessário tomarmos cada vez mais doses de conhecimento sobre pontos fundamentais a respeito deste tema, a começar pela desconstrução de diversos mitos propagados pelo senso comum, até as principais formas de combater esse desejo (a primeira delas você já está fazendo, que é buscar estar melhor informado[a]). Então continue lendo…

 

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#1. 12 Mitos sobre o suicídio que empurram qualquer pessoa pro precipício

Ainda não viu o meu artigo anterior?! Então confira essa parte do e-book, clicando aqui.

 

#2. Será que é tanta gente que morre por suicídio mesmo? – Os números vão te impressionar

Estatísticas subindo

De acordo com os dados da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos no mundo, isso é mais gente do que todos os mortos em guerras, vítimas de homicídios e desastres naturais – eventos que quando somados, causam uma média de 669 mil mortes registradas por ano –. Em 75% dos casos suicidas, são oriundos de países de baixa e média renda.

Simplificando para o(a) caro(a) leitor(a), esse número global representa uma morte a cada 40 segundos no mundo, geralmente decorrente de graves problemas de saúde. A cada 03 segundos uma pessoa atenta contra a própria vida. Este ato derradeiro também é detentor da marca de ser a segunda maior causa de morte de pessoas com idades entre 15 e 19 anos no planeta.

Grande parte das taxas elevadas também são provenientes de países em que os ateus estão mais presentes, especificamente nos que compunham o antigo bloco comunista: Lituânia, Letônia, Estônia, Rússia, Cuba e China. Referente ao suicídio, a religião aparece como um mecanismo de “proteção” contra o comportamento suicida (todas as crenças religiosas condenam, em maior ou menor grau, o suicídio).

Embora o Brasil ocupe a 113ª posição no ranking de países com casos de suicídios – e com um número consideravelmente menor do que a Guiana Francesa, 1ª colocada, o número de registros dessa prática por aqui está sendo cada vez mais crescente.

A média brasileira é de 6 suicídios para cada 100 mil habitantes, enquanto o da campeã Guiana, é de 30 casos por 100 mil. Em último (e melhor colocada) está a Arábia Saudita, com 0,4 para 100 mil.

Das 172 nações que enviam dados à Organização Mundial da Saúde (OMS), somente 28 registraram aumento nos índices de suicídio nos últimos anos, e nós estamos lá sendo o 8º com mais casos nesse histórico recente.

A taxa do Brasil subiu mais de 60% desde 1980, contabilizando 11.821 mortes, segundo o último levantamento global até então, divulgado em 2012 pela OMS: 9,198 homens e 2.623 mulheres. Baseado nesses dados, estima-se que morrem em média, de 25 a 30 brasileiros por dia através do suicídio.

(Créditos: Tainá Ceccato/Superinteressante)

 

Os dias e horários mais comuns deste ato é no início da semana: domingo à noite e segunda-feira pela manhã. Motivos óbvios: são os momentos em que a rotina “pesa”mais, as pessoas ficam mais deprimidas quando não estão satisfeitos com ela.

Começar mais um semana desestimulante vai se tornando um grande fardo.

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#3. Os sinais de alguém que tem vontade em cometer o suicídio

Existem diversos sinais nos portadores de ideações suicidas, veja abaixo os mais comuns:

  1. Não acreditar na resolução/amenização de seus sofrimentos;
  2. Sem perspectiva;
  3. Consumo de drogas por conta própria e de forma descontrolada;
  4. Alterações repentinas e extremas de humor frequentemente;
  5. Indiferença consigo e com o mundo;
  6. Isolamento social;
  7. Uso constante de roupas fechadas sem necessidade;
  8. Se preparam financeiramente.

 

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#3.1 Como se comportar com alguém que tem vontade em cometer o suicídio e como prevenir

Para enfrentar o problema, a OMS lançou, em 1999, o SUPRE, um programa mundial para a prevenção do suicídio com o objetivo de reduzir as taxas de mortalidade de violência autodirigida, acabar com o preconceito em relação ao tema e prestar assistência técnica aos países para a formulação de políticas públicas e programas de prevenção.

As diretrizes do SUPRE são baseadas no tratamento adequado das doenças mentais, na criação de campanhas educativas e de estratégias, como reduzir o acesso a instrumentos de autodestruição – armas de fogo e venenos agrícolas, por exemplo –.

Na mesma época, a OMS criou o SUPRE-MISS, um projeto conduzido em oito países a fim de identificar fatores de risco para o suicídio e métodos eficazes para diminuir as tentativas de tirar a própria vida. A representante brasileira nesse estudo é a Unicamp.

No núcleo familiar e comunitário, a melhor prevenção é falar sem temores sobre suicídio e saber identificar os pedidos de socorro das pessoas próximas.

No Art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), está escrito: “É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.”

 

A abordagem

Antes de tudo, é de suma importância que ao abordar uma pessoa suspeita de tendência suicida, você evite ao máximo julgá-la, isso inclui também evitar ficar fazendo diversos caras e bocas” ao ouvir as respostas dela.

Só em não agir dessa maneira, você já pode ajudar bastante, pois a última coisa que elas precisam é de julgamentos(!).

Ganhe a confiança dela buscando a empatia, não a simpatia, tampouco a antipatia. Também esteja alerta para saber agir de acordo com os feedbacks que ela te der.

 

Se você tem dúvidas de que alguém carrega esse desejo, pode perguntar diretamente para a suspeita em um momento que vocês não estejam expostos aos olhares de terceiros, e é bom que você vá com argumentos que embasem a sua suspeita, porque é provável que ela queira saber de onde você tirou essa ideia (especialmente se negar).

Perguntas que podem facilitar tanto o momento da abordagem, quanto ao longo da interação:

 

  • Você já pensou em tirar sua vida?
  • Depois de quais acontecimentos você passou a cultivar essa
    vontade?
  • De 0 a 10, qual a probabilidade que você considera desse fato
    vir ocorrer?
  • Você já planejou?
  • Como planejou?
  • Não acredita que existem outras saídas?
  • Quando você deixou de acreditar que existem outras saídas?
  • (Nesse momento, você pode intervir perguntando para a
    pessoa se ela conhece e/ou já buscou alternativas como as que
    mencionarei logo abaixo).
    Como eu posso lhe ajudar?

Obs.: É interessante que você faça perguntas abertas estando realmente disposto(a) a escutar a outra pessoa e prestando bastante atenção não só no que ela fala, mas também no que demonstra em sua linguagem corporal. Faça ela se sentir (mais) importante

 

Caso o sujeito exponha seu querer e apresente melhoras depois de um tempo, é interessante criar um pacto com ele deixando-o a vontade para que ele volte a falar com você caso o desejo retorne.

Desse modo, você pode ajudá-lo novamente antes que esse sentimento cresça, podendo vir a se alastrar desenfreadamente.

Sendo constatado a propensão do indivíduo em cometer o suicídio atualmente, você pode comunicar a outras pessoas mais próximas a ele, para que também possam ficar alertas e dar mais atenção para o mesmo.

Deixe claro que isso é um assunto muito sério e que deve ser tratado com bastante cautela.

Confira abaixo as alternativas mais indicadas por profissionais para combater a vontade suicida.

 

1. Procurar um especialista

Psicólogos, terapeutas e psiquiatras são profissionais especializados em ajudar indivíduos a combater/amenizar seus transtornos psíquicos.

Portanto, agendar e se comprometer em consultas com tais especialistas podem proporcionar melhoras significativas e sólidas com o passar do tempo.

Obs.: O período que essas melhoras são apresentadas é bem relativo, pois depende de dois fatores imensuráveis: [i] como o paciente encara a situação [ii] e do profissional)

 

2. Como Vai Você? (CVV) – Centro de Valorização da Vida

O CVV é um Centro de Valorização da Vida, uma associação civil sem fins lucrativos que foi fundada em 1962, em São Paulo, e desde então tem se expandido por várias cidades do país.

Sua contribuição para a sociedade foi (e continua sendo) tamanha que, em 1973, foi reconhecido como Utilidade Pública Federal.

Seu principal objetivo é prestar apoio emocional e prevenção ao suicídio por meio de diversos meios gratuitos, são eles:

 

Segundo a associação, os voluntários do CVV trabalham mantendo em sigilo as informações passadas pelos usuários (que também podem ser anônimos).

“Respeitamos o sofrimento de quem nos telefona. Ele tem a liberdade de falar sobre o que quiser durante o tempo que for necessário”, conta Adriana, voluntária do Posto da Vila Carrão, em São Paulo, e assessora de comunicação do CVV. “Estamos disponíveis para ouvir o que cada um tem a dizer sobre seus medos, dificuldades e angústias e ajudar a revalorizar a própria vida.”

O serviço atende em média, 1 milhão de ligações por ano. Ou seja, quase 3 mil ligações por dia. Isso revela a necessidade que as pessoas têm de falar sobre seus conflitos e que nunca foi um problema tão distante da nossa realidade.

 

Conclusão

Você chegou até aqui e ainda não baixou o e-book gratuito?!

Eu não vou falar mais nada…

Quero o Meu E-book Agora!

 

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Pedro Emanuel | Artigos Épicos Sobre Ser Humano.

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